quinta-feira, 23 de junho de 2016
segunda-feira, 20 de junho de 2016
A Tecnologia e os hiper (escritores)
§Os
escritores encontram nos blogs
um valioso espaço de expressão;
§Não ignoram as linguagem multimidais, apelando a outros códigos significativos. Encontram um canal de diálogo direto com o leitor.
§Ferréz, escritor ligado ao movimento do hip hop, usa o blog para expressar suas ideias estéticas e políticas.
§Não ignoram as linguagem multimidais, apelando a outros códigos significativos. Encontram um canal de diálogo direto com o leitor.
§Ferréz, escritor ligado ao movimento do hip hop, usa o blog para expressar suas ideias estéticas e políticas.
§Clarah Averbuck, autora do livro A máquina de Pinball, reavalia
constantemente valores éticos e estéticos. Em uma de suas postagens, faz uma
metacrítica sobre os encargos de se escrever tão próximo do leitor.
A Tecnologia e os (hiper) textos
- Fenômeno textual da atualidade: blog – diário eletrônico disposto em ordem cronológica em constante atualização. Sua importância se explica pela multiplicidade de temas sobre os quais ele pode tratar.
- Revista Época, de 17 de novembro de 2008 – tradicionais revistas de informações anteciparam aspectos do hipertexto digital.
- Kleiman e Moraes acreditam que as revistas semanais se dirigem a um leitor inserido no mundo real, diferente do livro didático.
- Como exemplo, a matéria da revista Época é toda icônica, que dispensa uma leitura linear. As categorias dos blogs estão misturadas, demarcada por cores. Neste caso, o (hiper)texto é feito para quem pode ler além das letras.
- Esta matéria serviria a vários propósitos na formação de leitores.
- Lendo um blog, permite ao aluno a produção de um novo blog.
A Tecnologia e o (hiper) leitor
§Não
é mais o medo do robô e da inteligência artificial que nos atinge, mas o novo
humano e a nova inteligência humana, perfeitamente adaptados e atuantes em meio
às ferramentas informatizadas.
§A escola agora enfrenta sua maior ameaça: tratar com um aluno que, além de saber mais que o professor sobre diversos assuntos, não manifesta interesse em aprender muitos dos assuntos cristalizados nos currículos.
§George Siemens: a educação tem sido lenta para admitir o impacto nas novas ferramentas de aprendizado e os desafios da era digital.
§O autor propõe um novo tipo de teoria do conhecimento: o conectivismo – integração dos princípios explorados pelo caos, pela rede e pela complexidade das teorias de auto-organização.
§O novo sujeito incorporado a esse novo universo cognitivo já não é mais aquele que pode submeter-se aos métodos tradicionais.
§Homo Zappiens: “primeiros seres digitais que nasceram no início da década de 1990 e que cresceram em um mundo onde a informação e a comunicação estão disponíveis a quase todas as pessoas e podem ser usadas de maneira ativa”. Eles formam seus conceitos em redes de amigos com quem se comunicam com frequência. A escola não parece ter muita influência em suas atitudes e valores.
§A escola agora enfrenta sua maior ameaça: tratar com um aluno que, além de saber mais que o professor sobre diversos assuntos, não manifesta interesse em aprender muitos dos assuntos cristalizados nos currículos.
§George Siemens: a educação tem sido lenta para admitir o impacto nas novas ferramentas de aprendizado e os desafios da era digital.
§O autor propõe um novo tipo de teoria do conhecimento: o conectivismo – integração dos princípios explorados pelo caos, pela rede e pela complexidade das teorias de auto-organização.
§O novo sujeito incorporado a esse novo universo cognitivo já não é mais aquele que pode submeter-se aos métodos tradicionais.
§Homo Zappiens: “primeiros seres digitais que nasceram no início da década de 1990 e que cresceram em um mundo onde a informação e a comunicação estão disponíveis a quase todas as pessoas e podem ser usadas de maneira ativa”. Eles formam seus conceitos em redes de amigos com quem se comunicam com frequência. A escola não parece ter muita influência em suas atitudes e valores.
Esse
novo sujeito (Homo Sapiens) possui habilidades peculiares:
§Executa várias tarefas concomitantemente;
§Lida com diferentes tipos de informações que chegam via MSN, e-mail, celular, sites, etc;
§Distingui rapidamente vários enunciadores visuais sem uma necessidade de uma análise demorada;
§Faz seu próprio percurso de aprendizado, inventa palavras-chaves;
§Habilidades colaborativas, liderança, planejamento e aptidões sociais.
§Tanto a vida real quanto a virtual são componentes da existência – e a escola não está incorporada dentre os principais ambientes de interesse.
§É necessário fazer da literatura algo presente na vida dos jovens, mas a mesma não está unicamente nos livros, mas nas telas dos computadores, a disposição desses leitores multimidais – (hiper)leitores.
§Executa várias tarefas concomitantemente;
§Lida com diferentes tipos de informações que chegam via MSN, e-mail, celular, sites, etc;
§Distingui rapidamente vários enunciadores visuais sem uma necessidade de uma análise demorada;
§Faz seu próprio percurso de aprendizado, inventa palavras-chaves;
§Habilidades colaborativas, liderança, planejamento e aptidões sociais.
§Tanto a vida real quanto a virtual são componentes da existência – e a escola não está incorporada dentre os principais ambientes de interesse.
§É necessário fazer da literatura algo presente na vida dos jovens, mas a mesma não está unicamente nos livros, mas nas telas dos computadores, a disposição desses leitores multimidais – (hiper)leitores.
O novo jovem
O novo jovem, por sua maneira de ser em diálogo com o
universo tecnológico que se apresenta, precisa de uma nova sala de aula, de um
novo professor e de novas concepções que o afetem, sobretudo os currículos.
Quanto à mediação de leitura literária, é necessário que se discutam novas
proposições:
§A
mediação de leitura literária e a formação dos leitores pelo trabalho
continuado (e aprofundado) com textos artísticos entre adolescente do ensino
médio;
§Literatura
do ensino médio não necessita estar vinculada a “obras clássicas”;
§Em
respeito às preferências dos jovens da atualidade, permitir inúmeros suportes e
linguagens;
§A
formação de leitores não deve ser função restrita do professor de português,
assim como o conteúdo de literatura restrito ao professor de literatura.
Assinar:
Postagens (Atom)
